Todos os post de Puto de Terno

Um cara cheio de ideias. Poeta e contista de vez em quando. #PutoDeTerno. Apreciador da beleza feminina e, por isso, apaixonado pelas camgirls do CameraHot.

Um mês só para elas! #MêsDaCamgirl #DiaDaCamgirl

Um dia, alguns amigos sonharam um sonho bom.

Clientes e modelos do CameraHot, reunidos no Twitter, sonharam com um mundo mais leve e divertido, repleto de prazer, música, largas risadas e boas histórias, sempre com apoio, respeito e privacidade.

Esse é o mundo camming sonhado pela Confraria para todos que vivem essa realidade virtual intensa e muito gostosa!

E para estimular esse ambiente de prazer, homenagear as grandes responsáveis por tudo isso e valorizar seu trabalho, foi criado o #DiaDaCamgirl em 6 de julho e o #MêsDaCamgirl em julho de todo ano.

sexo aprendiz camerahot
Aprendiz

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Conto erótico: mais uma fantasia com ela

Depois de um tempo sumido desta coluna, por ter me dedicado aos Momentos Marcantes, que são publicados toda sexta-feira neste Blog, e a outras frentes, uma fantasia intensa me fez voltar a escrever um conto erótico… tudo a seguir é inspirado em shows, chats e experiências vividas no CameraHot e na CasaHot.

Era julho. Linda, minha noiva, tinha acabado de fazer aniversário e o meu se aproximava.

Linda Girl
Linda Girl

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Perdido numa casa quente

Lembro-me apenas de que estava caminhando pela rua, de terno, a caminho do trabalho. Era uma manhã agradável de uma segunda-feira, 17 de outubro, se não me falha a memória.

Senti um forte cheiro de algo parecido com éter e tudo ficou escuro.

Acordei não sei quanto tempo depois. Sem nem abrir os olhos, senti, porém, que meus pés e minhas mãos estavam amarradas.

Quando final consegui abrir os olhos, não fazia a mínima ideia de onde eu estava preso. Vi que continuava com a mesma roupa de trabalho e estava sentado numa confortável poltrona. Mas o que me espantou mesmo foi ver, diante de mim, uma central de TV transmitindo 10 câmeras ao mesmo tempo.

Nas primeiras câmeras, vi apenas sala e quarto, ambientes arejados e bem decorados, mas vazios.

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Sex talk com Linda Girl

Uma das maravilhas do CameraHot é poder ter aquela conversa picante com uma de suas musas favoritas, aquele papo repleto de safadezas, que nos faz ficar excitados ainda que não estejamos nus, que gera aquele volume na calça social e te deixa constrangido quando se está no celular ainda no horário do trabalho, que começa a deixar a boceta molhadinha, enfim, que faz um querer devorar o outro ali mesmo, se duvidar, na frente de todo mundo…

A essa altura vocês já sabem que eu sou apaixonado pela Linda Girl. Musa esplendorosa, de sorriso brilhante, boca lasciva, corpo tentador e… palavras quentes!!! Quando estou num chat com ela, a imaginação não conhece limites…

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“Quando estou num chat com ela, a imaginação não conhece limites…”

Resolvi transcrever aqui uma de nossas últimas conversas, com pequenas adaptações (e há testemunhas de que o papo online aconteceu e foi espontâneo)… bem-vindos ao sex talk ou dirty talk, um verdadeiro conto erótico ao vivo.

Esse é o tipo de coisa que acontece o tempo todo nos chats do CameraHot!

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Poema à Linda

A Confraria dos #PutosOficiais resolveu criar o #DiadaCamgirl, a ser comemorado em 6 de julho de todos os anos, com o objetivo de homenagear as camgirls, especialmente as #MusasOficiais do CameraHot, e de constituir um marco para realçar o valor dessas mulheres e para refletir e debater sobre as maravilhas e dificuldades que cercam essa atividade.

A Confraria também resolveu dedicar o mês inteiro a elas, porque um dia não é suficiente para mostrar o quanto essas musas são amadas e desejadas. Assim, declarou que julho é o #MêsdaCamgirl.

Mas além de tudo isso, o mês de julho e, principalmente, o dia 6 têm um significado especial para mim.

Essa data marca o aniversário de uma musa que merece o brilho dos meus olhos e o acelerar das batidas de meu coração, que merece meus lábios mordidos de tentar segurar um desejo que é incontrolável. Musa que preenche a saudade no meu peito com sua presença iluminada.

Dedico este singelo poema a Linda Girl:

A musa do Puto de Terno
A musa do Puto de Terno

Linda, luz e leoa

Linda veio como a luz do dia
E de repente tudo estava claro.
Ela veio como chama
E de repente o fogo me consumia.
Ela veio armada com sorriso e alma
E me levou embora o sossego e a calma.
Mas quem precisa de paz e cuidado
Quando se sente o coração ritmar acelerado?

Linda veio sorrateira como felina
E de repente eu estava tomado.
Ela veio como desejo irresistível
Forte, intenso, que a tudo domina.
Me arrebatou com fúria animal
E sucumbi diante da leoa insaciável.
Mas quem precisa se manter amarrado
Quando se encontra a paixão incontrolável?

Linda, luz e chama, felina e leoa
A mais bela melodia que a voz entoa.
Linda, felina e leoa, luz e chama,
A canção maviosa que do âmago emana.
Ao tempo em que embriaga os sentidos
Deixa tudo mais límpido.
Ao tempo em que sussurra aos ouvidos
Grita ao mundo infinito.

É coração e é carne
É carinho e é desejo
É a lascívia desde o beijo
É o tesão que na pele arde.
É cheiro de perfume
É perfume de suor
É sexo e é o cume
É ciúme e é amor.

E é de novo, é mais uma vez
Porque Linda não cessa, ela nunca cansa
Vejo a desfaçatez na sua fala mansa.
Mas em mim é um querer que também não passa.
Se é insaciável minha musa leoa
Também é infindável a minha loa.
Porque a Linda dirijo toda devoção e prece
E a ela desejo até o que o coração não conhece.

Dio, Puto de Terno

Poema da Saudade

Meses atrás fiz uma provocação na Confraria dos #PutosOficiais do CameraHot no Twitter e prometi cumprir um desafio se alcançasse a marca de mil seguidores.

Era para ser só uma brincadeira mesmo, mas acabei chegando a esse número, provavelmente por conta de tanta gente interessada no site e nas musas mais incríveis da internet.

E o desafio imposto a este pobre puto foi escrever um novo poema romântico (o Blog já tinha publicado meu poema à musa oculta).

Passei semanas sem a inspiração necessária, cheguei a dois mil seguidores, escrevi momentos marcantes, artigo jurídico e nada de poema. Mas a inspiração finalmente chegou. Bastou me concentrar em algumas sensações incríveis que tive no site e está aí o poema. Espero que gostem.

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Conto Erótico: A Visita

(inspirado na musa Nicolly)

Dentro do ônibus, no caminho para o interior, eu só pensava nela.

Estava indo a trabalho, mas só pensava no convite para jantar na casa dela ao fim do dia.

E me perguntava: por que não namoramos na época da faculdade?

Só andávamos grudados e todo mundo via o carinho e o tesão que rolava entre nós dois.

Mas a vida traz dessas coisas. Ela acabou casando com um ex-namorado da cidade dela e, logo depois de formada, mudou para o interior.

Depois de dois anos, eu iria rever Nicolly.

Na minha memória, ela era a mesma morena de cabelos longos, olhos claros, corpo natural e alguns desenhos espalhados pelo corpo. Gostosa e provocante.

Agora ela estava casada, mas eu confesso que estava muito excitado pela chance de revê-la. E a excitação era até visível, por isso passei a viagem inteira com o paletó dobrado em cima do colo. Não queria ninguém dentro do ônibus desconfiado de que o meu olhar perdido estava associado a um pau duro e latejante por dentro da minha calça.

Cheguei e trabalhei horas naquela aprazível cidade do interior. Mas se perguntarem, eu não sei nem o que eu fiz…

Mas sei que às 20h em ponto, sob o céu de uma bela lua cheia, eu estava na frente do portão de Nicolly.

Levei orquídeas coloridas para ela e um canivete suíço para seu marido, esperando que eu não desse motivo para ele querer usá-lo.

Toquei a companhia.

Ela abriu a porta com um sorriso perfeito e congelante.

Puta que pariu! Eu ainda estava apaixonado por ela!

Ao me aproximar dela, já conseguia sentir todo o frescor de sua pele, cabelos ainda molhados de um banho recém acabado.

Nicolly usava um vestido floral folgadinho. A alça direita deixava revelar apenas parte de sua estrela tatuada no ombro. Seus seios fartos preenchiam delicadamente um decote no limite entre a generosidade e a ousadia. E a barra do vestido no meio das pernas evidenciava a perfeição de suas coxas grossas.

Entreguei-lhe o arranjo de orquídeas e ela me deu um abraço apertado e beijou meu rosto. O toque de seus lábios em minha face pareceu-me uma corrente elétrica a energizar todo o corpo e deixar meu pau em alerta. Foi quando seu marido chegou à porta e me lembrei de que eu precisava me comportar.

Ficamos um tempo os três papeando no sofá bebendo vinho e petiscando uns queijinhos, eu e ela rememorando os tempos de faculdade enquanto bebíamos vinho, enquanto ele apenas observava e se deliciava com as histórias de Nicolly.

Nicolly, a musa do CameraHot que serviu de inspiração para Dio escrever o conto "A Visita"
Nicolly, a musa do CameraHot que serviu de inspiração para Dio escrever o conto “A Visita”

Eu não sei se já estava meio bêbado, mas eu me deliciava era com cada gesto de Nicolly. Ela de vez em quando passava os dedinhos nos lábios, acariciando as gotas de vinho derramadas em sua boca carnuda.

Quando ela deslizava o dedo médio da mão esquerda – aquele da cruz tatuada – sobre o lábio inferior, eu imaginava meu pau sendo beijado por aquela boca. Mas eu lembrava que o marido dela estava ali e tentava afastar os pensamentos mais tórridos.

Vez ou outra o marido de Nicolly saía da sala para buscar mais vinho ou petisco e ela parecia ainda mais provocante. Passava as mãos sobre os botões do decote. Não sei se era efeito da bebida, mas vi um botão ser aberto. O decote ficou devasso. Mesmo sem querer, eu estava quase vendo seus mamilos, mas o marido dela voltou à sala.

Alguns minutos depois o jantar foi servido. Não sei se era porque a mesa era pequena, mas eu juro que comecei a sentir algo tocando minhas pernas. Nicolly não tinha gato nem cachorro em casa e eu só percebi que era a perna dela quando ela olhou para mim com o sorriso aberto e piscou enquanto o marido se concentrava no prato.

A cada garfada mais demorada do marido, Nicolly subia um pouco mais a perna. Com os pés descalços, ela já tocava a parte superior de minha calça, onde meu pau se avolumava de modo instintivo.

Quando o marido dela foi para a cozinha buscar mais vinho, ela sussurrou baixinho: – abra o zíper de sua calça… E Nicolly foi passando os dedos do pé sobre minha cueca até conseguir fazer meu pau sair. E seu pé pôde sentir toda a pulsação de meu desejo.

Esse jogo de provocação durou todo o jantar… eu não queria saber mais do que estava sobre a mesa, mas sim sob ela. Mas precisei me segurar. Com todas as forças que eu nem sabia que tinha.

Terminado o jantar, o marido de Nicolly levou os pratos e as taças para a cozinha. Foi a senha para eu guardar meu pau dentro da cueca e arrumar minha calça. Para disfarçar o suor, bebi toda a água gelada que ainda tinha sobre a mesa.

Voltamos todos ao sofá, degustando um licor digestivo. Mas eu só pensava no que Nicolly tinha feito durante todo o jantar. Como eu lutava para manter minha discrição peniana, quis logo me despedir e voltar para o hotel.

Foi quando Nicolly e o marido disseram que eu já tinha bebido demais e que eles preferiam que eu dormisse no quarto de hóspedes.

Puta que pariu. Aquilo me pegou de surpresa. Como eu conseguiria dormir sabendo que a tentação estava ao lado?

Mas não teve jeito. Os dois argumentaram que era desfeita recusar a oferta e lá fui eu para o quarto de hóspedes.

Confesso que não foi fácil dormir. Rolei para um lado e para o outro. Eu estava apenas de cueca (o pijama havia ficado no hotel), mas derretia de suor.

Abri a janela. A brisa noturna e a luz da lua cheia entraram no quarto e deixaram tudo mais ameno e agradável. O sono começava a tomar conta do meu corpo, as pálpebras pesavam e o álcool finalmente parecia trazer seu efeito adormecedor.

Eu começava a sonhar e estava tudo calmo e suave. Nem o ranger de uma porta ao longe me tirou daquela imersão. Devia ser apenas o efeito da brisa noturna que entrava pela janela e movimentava as coisas por dentro da casa.

Mas outro ranger de porta abrindo e fechando me pareceu bem mais perto de mim. Com dificuldade, abri os olhos e não consegui saber se ainda estava sonhando ou se era real.

Nicolly surgiu à minha frente. Linda. Como um poema. Como se fosse, a um só tempo, musa da perdição e da salvação. Vestia apenas uma camisola branca de renda, que ficava totalmente transparente sob a luz do luar. Seus seios, sua barriga, seu sexo, suas pernas. Até mesmo suas tatuagens apareciam sob a lingerie graciosa.

Sem que eu esboçasse nenhuma reação além da excitação crescente de meu pau, Nicolly foi deslizando suavemente sobre o piso do quarto de hóspedes, entrou de joelhos na cama e foi rastejando sobre meu corpo até sentar sobre meu abdômen. Arqueou o tronco, deitou sobre mim e aproximou seus lábios da minha boca.

Antes que eu pudesse responder com um beijo, ela subiu um pouco mais seu corpo, tirou a camisola e ficou completamente nua. Senti de imediato o calor de sua vagina pressionando meu peito. Ela então esticou meus braços até a cabeceira da cama e amarrou meus pulsos com a lingerie que havia acabado de tirar.

Eu estava com os braços totalmente presos, mas estava extasiado por ver, pela primeira vez depois de muitos sonhos, Nicolly nua.

As luzes do quarto estavam apagadas, mas a luz da lua cheia me permitia ver com nitidez de cima a baixo: seus cabelos soltos, seu olhar de desejo, sua boca carnuda, a tatuagem de estrela em seu ombro direito, seus seios naturais de mamilos escuros, a palavra Freedom tatuada sob o seio direito, outra tatuagem de pequenas figuras indo da lateral da barriga até o início de uma das coxas, pernas grossas aprisionando meu tronco e vagina úmida decorada por pelinhos escuros e bem aparados. Perdição completa.

Ela se curvou novamente sobre mim, com os seios fartos se derramando sobre meu rosto. Foi descendo vagarosamente deixando um dos mamilos tocarem minha boca e até que seus seios estivessem sobre meu peito. Então sussurrou no meu ouvido:

– Eu quero sentir sua barba arranhar meu pescoço.

Obedeci de imediato. Fui passeando meu queixo barbudo por seu pescoço suavemente. Mas não resisti a apenas isso e mordi sua orelha. Ela gemeu, virou-se para mim e mordeu meus lábios com força até quase sangrar. Depois me beijou com lascívia. Beijo molhado. A boca de Nicolly era tão suave e macia que meus lábios simplesmente deslizaram até sentir sua língua na minha, como eu sempre quis fazer.

Eu não podia agarrá-la com as mãos, mas ela já percebia que meu pau tremia por trás dela. E por isso foi descendo seu corpo, abriu um espaço entre minhas e ajoelhou-se olhando para mim. Apertou meu saco com uma das mãos e com a outra segurou meu pau ereto. Sorriu para mim e começou a beijá-lo. Em poucos segundos, ela já começava a sugá-lo, fazendo ele entrar fundo em sua garganta. Tirou ele da boca, lambeu a cabeça de meu pau e sorriu de novo para mim, falando algo em seguida.

Quase não ouvi, mas pude ler em seus lábios algo do tipo: – Agora eu quero sentir sua barba na minha boceta.

E girou seu corpo, estacionando sua bunda em minha cara, voltando a sugar meu pau com vontade. Levantou um pouco seu quadril apenas para deixar espaço para minha boca afundar na sua boceta.

Como era gostosa aquela boceta!

Sem poder usar as mãos, enchi minha boca com seus lábios vaginais e fui tateando com minha língua até alcançar seu clitóris. Eu já sentia a umidade prazerosa e comecei a circular minha língua, depois a movê-la para frente e para trás. Ela me chupava e meu pau latejava em sua boca. Eu chupava sua boceta e o melzinho começava a escorrer.

Testadas nossas habilidades orais, ela resolveu barbarizar de vez.

Levantou, abriu a gaveta do criado-mudo ao lado da cama, pegou uma camisinha e colocou-a com carinho no meu pau rígido e molhado de saliva. Depois sentou em cima dele, olhando para mim, e começou a cavalgar.

Ela gemia baixinho e conduzia de acordo com seu ritmo. À medida que passou a acelerar e meu pau ia cada vez mais fundo, ela começou a gemer tão alto que não ouvimos o ranger da porta do quarto ao longe, nem da porta do nosso próprio quarto.

Eu estava totalmente entregue aos movimentos de Nicolly sobre meu pau, de olhos fechados e me segurando para não gozar, porque eu queria prolongar aquele prazer ao máximo. Então ela se levantou e quando eu abri os olhos, imaginei estar diante de um pesadelo.

O marido de Nicolly estava em pé, ao lado da cama, olhando para mim com o canivete suíço que eu tinha dado de presente antes do jantar a postos, lâmina erguida.

Torcendo para ser mesmo um pesadelo, vi ele lançar o canivete sobre mim. Não deu nem tempo de rezar. Apenas respirei fundo e estranhei por não sentir a lâmina perfurando meu corpo. Ele apenas rasgou a camisola de Nicolly que me atava à cabeceira da cama. Liberou minhas mãos e pediu:

– Eu quero ver você devorá-la!

Ainda surpreso com o pedido, mas aliviado por ser tudo aquilo que eu mais queria, vi Nicolly me reanimar do susto acariciando meu pau. Tirou a camisinha e chupou-o novamente. O marido sentou-se numa cadeira ao canto do quarto e ficou apreciando a volúpia da esposa. Em poucos segundos eu já estava em ponto de bala. Nicolly buscou outra camisinha e vestiu-a em meu pau usando a boca.

Derrubei Nicolly na cama, abri suas pernas, enfiei meu pau latejante em sua boceta, entrando e saindo sem parar. Inclinei um pouco meu corpo sobre ela, para mamar seus seios enquanto eu metia fundo. Aqueles peitões naturais enchiam minha boca de prazer. Beijei um mamilo de cada vez apertando o outro seio com uma mão livre.

Mas eu queria sentir a bunda de Nicolly mais de perto. Deitei ela de lado e me posicionei atrás dela, voltando a enfiar meu pau na boceta. Ao sentir meu pau ainda mais dentro, ela começou a massagear o clitóris já inchado. E o marido dela ainda sentado, olhando tudo e batendo uma.

Ficamos assim por alguns minutos, até que ela, entre um gemido e outro, me pediu com voz quase rouca: – Me coma de quatro! “Agora mesmo!” – pensei comigo, já colocando ela na nova posição.

Nicolly de quatro era uma coisa de louco. Ao me encaixar por trás dela, eu podia sentir não só a bunda, mas suas pernas já suadas. Também podia acariciar seus seios.

Mas comecei puxando-a pelos cabelos e colocando meu pau dentro de sua boceta, enquanto eu molhava meu dedo na boca e começava a brincar com o cuzinho dela. Todo apertadinho!

Aos poucos fui dilatando seu cuzinho, na base do dedo e da saliva, até que já conseguisse deslizar por dentro dele. Tirei meu pau da boceta de Nicolly e comecei a lamber o cuzinho dela, enfiando a língua de vez em quando para ao mesmo tempo saboreá-lo e alargá-lo.

Molhei meu pau com saliva e fui colocando aos poucos no rabão dela. Primeiro só a cabecinha. Deu para ver que ela sentiu um pouco de dor, mas gemeu de prazer. Fui colocando mais um pouco, devagar. Mais um pouco. E um pouco mais. Já estava todo dentro.

Fazia meu pau penetrar todo e tirava aos pouquinhos, mas sem sair todo. O cuzinho de Nicolly abraçava meu pau por inteiro. Fui aumentando a velocidade, enquanto eu segurava seu quadril. O marido dela levantou e colocou o pau na frente de Nicolly, que o apertou até ele gritar de dor. Parecia que a dor que sentia, ao ser penetrada, ela transmitia na mão que apertava o pau do marido.

Fui ritmando a penetração e ela começou a chupar o marido. Nunca tinha me imaginado numa cena dessas, mas estava curtindo ver Nicolly caindo de boca no pau do marido enquanto me deliciava com seu cuzinho.

Ela foi acelerando as coisas, o marido dela em pé sendo devorando. As pernas dele tremiam e ele revirava os olhos, exatamente como eu fazia enquanto ela me chupava mais cedo.

Com uma das mãos Nicolly apertou o saco do marido e foi chupando seu pau cada vez mais rápido, até que ele não resistiu e gozou, derramando porra em sua boca, em seu rosto, na cama e no chão.

Insaciável, Nicolly limpou a porra no rosto com o dedinho do meio com a cruz tatuada e levou ele até sua boceta. Enquanto eu penetrava seu cuzinho, meu pau sentia o dedo dela por dentro da boceta.

Aquilo foi me deixando cada vez mais doido. Ela tirou o dedo da boceta e começou a tocar seu clitóris em ritmo frenético.

Suas pernas passaram a tremer e ela foi gemendo cada vez mais alto. E esfregava a mão na boceta e tremia e gemia. Até que ela gritou de prazer e seu cuzinho apertou meu pau com tanta força que eu também não resisti. Fui esporrando tudo por dentro, quase explodindo de tanto gozar. Meu pau foi saindo e soltando porra. Melei toda a bunda de Nicolly e ela deitou de bruços na cama.

Exausto, caí com as costas na cama e não me lembro de mais nada…

Acordei no outro dia, sem cueca e todo melado. Nem Nicolly nem o marido estavam por lá, nem a camisola rasgada nem as camisinhas usadas. Fiquei sem saber se tinha sido sonho ou se foi real.

Tomei uma ducha, me vesti e encontrei Nicolly e o marido tomando café sorridentes.

Falaram que tinham dormido a noite toda e perguntaram como eu passei a noite.

Desconcertado com a pergunta, respondi que tinha tido um sonho maravilhoso, bebi o café e disse que precisava ir.

Despedi-me do marido de Nicolly e ela ficou de me acompanhar até a porta.

Na saída, quando eu fui abraçar Nicolly para me despedir, perguntei a ela se eu tinha tido apenas um sonho.

Ela sorriu para mim, fez sinal de silêncio com o dedo na boca, apanhou meu pau por cima da minha calça com a outra mão e me tascou um beijo na boca.

Virou-se para mim e disse com sua voz manhosa:

– Ah, Dio, sonhar é muito bom…

Sussurrando as reticências, Nicolly entrou em sua casa e fechou a porta, deixando-me atônito e apaixonado do lado de fora.

Dio, Puto de Terno