conto erotico

Se você me perguntasse qual seria a profissão que eu mais desejaria ter, com certeza eu responderia que desejaria ser uma poderosa empresária de uma grande (e talvez internacional) companhia produtora de cosméticos. Porém, quando eu tinha 18 anos, decidi cursar direito e me formei nisso. Logo depois de me formar, me tornei assessora de um advogado.

Como assessora, minha função inclui organizar absolutamente todo o escritório e ter certeza que tudo está funcionando bem; assim meu chefe fica feliz. Dessa forma, me sinto útil e importante, e isso reflete no modo como eu me visto: jeans ou saias justas, blusinhas sociais brancas (daquelas que ficam até transparentes, especialmente se você usa um sutiã preto por baixo), e scarpins de salto alto ou um par de botas negras de camurça de cano longo.

Isso com certeza me deixa mais sexy. E essa é a roupa que alguns dos meus clientes executivos e chefes desejariam que suas secretárias usassem quando elas viessem trabalhar (e alguns deles desejam até que elas fossem bonitas kkkk).

senhoritadiana

Foi ai que a fantasia surgiu: Diana, a secretária eficiente, competente e super sensual, que você faz questão de contratar. Não que ela não tivesse um excelente currículo, mas ajudou ela estar usando um decote suave que deixava a mostra parte de seu delicioso par de seios.

Na verdade, enquanto ela falava de sua carreira, você, discretamente observava aquele decote, desejando que ela se sentasse em seu colo pra poder abrir aquela blusa e massagear aqueles peitos, antes de poder mete-los na sua boca, e chupa-los com vontade e tesão enquanto abre as pernas e sente a buceta dela ficando molhadinha em seus dedos.

Mas você deve se contentar em apenas ficar olhando – discretamente – aqueles peitos apetitosos. Até porque você tem uma esposa te esperando em casa. E, aposto, ela não tem os peitos tão desejáveis e macios quanto os meus!

A Diana Secretária Executiva já foi entrevistada algumas vezes. E, naquela tarde não foi exceção. Ele era um usuário novo, e eu só tinha conversado com ele uma única vez antes.

Lembro-me que na hora que ele entrou na minha sala, minha primeira impressão foi que talvez ele fosse apenas um desses punheteiros chatos e curiosos que querem só me ver sem roupa e já logo saem. Mas então nós começamos a conversar. E então minha segunda impressão foi que ele era um cara bem bacana. E, bem … Ali, estava ele novamente. Vou chama-lo de “Sr. Peitos”.

Sr. Peitos veio me falar que havia voltado a minha sala porque não conseguia para de pensar em mim. Então ele me disse que, em geral, ficava apenas curioso para ver os peitos das modelos. Ele as chamava para um chat, e assim que elas mostravam, ele ia embora (coisa que eu detesto, por sinal). Mas algo em mim chamou a atenção dele. Eu já ouvi isso tantas vezes que perdi as contas: sempre tem algo especial em mim que chama a atenção das pessoas.

Não sei o que é, na verdade, mas eu adoro! Eu sei que sou especial (e modesta também, claro kkkkk). Mas é quando acontece aquela conexão instantânea de você gostar da pessoa e ela também gostar de você que eu mais gosto. E foi exatamente isso que aconteceu quando começamos a nossa conversa. E então a Diana Secretária foi convocada a comparecer novamente.

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Naquela fantasia louca, eu batia na porta do escritório do meu chefe e em seguida ouvia ele me dizer “entre”. Eu abria a porta sutilmente, enquanto seu olhar me seguia, me devorando. Com a porta já fechada, eu me pus de quatro no chão, engatinhando até abaixo de sua mesa. Ele não dizia nenhuma palavra, claro. Ele estava apenas esperando o que eu ia fazer, mas ele sabia que a surpresa seria excelente.

Eu me pus em baixo de sua mesa e abri sua calça, colocando seu pau pra fora e chupando-o avidamente. Eu chupava com gosto, enquanto ele se recostava confortavelmente em sua cadeira, tentando não transparecer o que estava acontecendo, afinal, todas as paredes de sua sala eram de vidro e, embora estivéssemos sozinhos ali, a qualquer momento alguém poderia passar e ver o que estava acontecendo.

Aliás, eu confesso que desejei com todas as forças que alguém entrasse ali. Como a mesa ia até o chão, ninguém poderia me ver. E eu não pararia de fazer meu “trabalho”. Mas naquele dia, ninguém entrou na sala. Ninguém sequer passou pelo corredor. O que deixou meu chefe com mais vontade ainda de me comer.

Mas infelizmente, naquele dia não pudemos terminar de criar nossa fantasia. Às vezes acontece. Então fico esperando que meu usuário volte, todos os dias, para que ele termine de me contar como desejaria me devorar naquela noite.

Será que você tem alguma ideia?

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