sextape

Fantasia é ótima para apimentar a relação, porém, deve-se ter em mente que toda precaução é necessária   

Nada mais óbvio que com a tecnologia e a liberdade sexual, muita coisa mudou no comportamento e intimidade das pessoas, mais especificamente, casais. Com seu lado positivo e negativo que, infelizmente, também existe, não podemos dizer que as pessoas ficaram mais safadas, mas sim que passaram a admitir sem qualquer problema o gosto pelo sexo e seus derivados, assumindo fantasias; opções que antes, talvez, pudessem ser chocantes para a sociedade.

Com a vida online e essa liberdade dada, criaram-se mecanismos para suprir toda a demanda sexual da sociedade, seja através de sites, chats ou aplicativos para celular. Dessa facilidade, tira-se proveito quem se interessa e, claro, sabe fazer com bom senso.

Virou febre e todos sabem. A moda de gravar o próprio sexo com o parceiro (a), ou então fazer vídeos de si mesmo de modo provocativo, insinuando-se em poses e poucas roupas, entrou em pauta e nunca mais saiu.

Depois da divulgação de diversos famosos que tiveram sextape’s vazadas na internet, a exemplo de Paris Hilton, Daniela Cicarelli e Miley Cirus, atualmente, tornou-se mais comum a realização e existência dessas “fitas”, na qual os parceiros registram a troca de intimidades.

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A sextape nada mais é que gravar o próprio sexo para talvez uma olhada rápida depois. Diga-se de passagem, um filme pornô caseiro, no qual os personagens principais são ambos do casal. E, afinal, quem nunca pensou em gravar um filme pornô que atire a primeira pedra!

Seria uma fantasia, uma forma de analisar-se sexualmente durante o ato ou então um jeito de recordar cenas e se excitar? Talvez todas as respostas estejam corretas, mas sabe-se, com toda certeza, que é uma maneira de apimentar a relação. Ninguém nega.

Essa fantasia pode, e está, muito ligada ao Voyerismo. Tipo de fetiche no qual a pessoa tem interesse, sente-se atraída e excitada em ver terceiros em cenas de sexo, nudez ou provocação. Quando gravadas em casal, o material pode ser usado para aquele momento solitário, no qual o namorado (a) está viajando, útil para relembrar momentos e situações.

Apesar da denominação de sextape (sex: sexo/tape: fita cassete), a gravação não precisa, necessariamente, ser realizada entre um casal. Um formato de sextape que também é muito realizado é para exibição do corpo. Cenas de nudez, striptease, masturbação; gravações que, talvez, serão enviadas para o parceiro no meio do dia, enquanto ele trabalha, ou até mesmo exibida em algum site de sexo virtual.

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É fato que todo tipo de fetiche, fantasia, pode e vai apimentar a relação, quebrando o clima da rotina e dando margem a novas experiências cada dia mais, porém, existem cuidados que devem ser tomados, afinal, é de uma superexposição que estamos falando.

Voltando aos famosos e outros milhares de pessoas que tiveram sextape’s divulgadas pela internet, esse risco talvez seja o mais impeditivo na hora de realizar a gravação. Por se tratar de sexo, ou seja, uma relação íntima entre duas pessoas, é claro que a intimidade e confiança em relação ao parceiro deve ser o primeiro quesito analisando antes de sugerir essa fantasia.

Deve-se conversar aberta e francamente com o parceiro, delimitar alguns limites, como não filmar o rosto de forma a ser reconhecido, assim como mantê-la guardada fora de provedores de internet, tablet ou celular, afinal, nunca se sabe quanto um desses aparelhos serão roubados.

Entretanto, o maior cuidado, realmente, é na hora de ter consciência da pessoa com quem se está realizando. Relacionamentos podem acabar e, na maioria das vezes, não terminam de forma pacífica. Um bravo com o outro, traído, triste, pode acabar divulgando como uma forma de vingança. O que não é legal.

São diversos casos já. Aconteceram por não se conhecer direito a pessoa que estava se propondo fazer, mostrou demais o rosto, não manteve a gravação segura em algum lugar; tudo é um infortúnio, afinal, apesar de não admitir gostar, a sociedade ainda julga muito, principalmente as mulheres, que ainda hoje devem viver  em uma “faixa de castidade” sob o olhar mais machista e conservador.

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Sextape – Quando envolve dinheiro

                Aquém a produção de vídeos e/ou fotos para o parceiro, hoje em dia tem diversos sites nos quais as mulheres e trans, principalmente (não excluindo, é claro, homens), acabam fazendo a gravação de cenas picantes e postando na rede, a esse exemplo cabe a plataforma digital CameraHot. Além de ter a disponibilidade de conversar online, em um chat com webcam, cada menina tem seu cadastro. A maioria das conversas e exibições acontecem Online, mas é possível também que usuários assinantes tenham direito a ver vídeos de shows já exibidos. Nos arquivos do Site é possível encontrar várias cenas quentíssimas das modelos em situações bem ousadas.

                São as mais espertas que viram no prazer sexual, coisa que nenhum ser humano nega ter, uma oportunidade para ganhar dinheiro. O mercado atual é grande, basta saber como trabalhá-lo.

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